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A mostrar mensagens de fevereiro, 2018

Bispos: ABERTURA SOLIDÁRIA

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Os bispos das 21 dioceses de Portugal publicaram as respetivas mensagens para a Quaresma, exceto Viseu, e indicaram a quem se vai destinar o produto das renúncias quaresmais dos diocesanos. A maioria manifestou uma abertura de horizontes que importa assinalar. Assim: Viana do Castelo reparte as entradas pelas obras na catedral e o financiamento de um hospital no Gana;  Braga  destina o produto ao Fundo Partilhar com Esperança e à missão de Ocua, em Pemba (Moçambique);  Lamego contempla as obras no seminário para o adequar à formação pastoral e as vítimas da guerra no Kivu (RD do Congo);  Porto reparte a pecúnia com Fundo Solidário Diocesano e a Guiné-Bissau;  Viseu vai ajudar as vítimas dos fogos do ano passado e uma missão vicentina em Moçambique;  Guarda também auxilia as vítimas dos incêndios e uma obra na Guiné-Bissau;  Aveiro apoia o colégio da diocese e São Tomé e Príncipe;  Leiria-Fátima vai ajudar os cristãos perseguidos no I...

HORA CR17

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Ramaphosa conquistou a liderança do ANC. Por fim! Cyril Ramaphosa, o CR17 da África do Sul, ganhou a liderança do Congresso Nacional Africano – ANC em inglês – para os próximos cinco anos. O combate eleitoral de 18 de Dezembro com Nkosazana Dlamini-Zuma, a ex-mulher do presidente em exercício, foi renhido e dramático. O resultado do escrutínio foi anunciado depois de sucessivos adiamentos. A vitória foi curta: de 179 votos num colégio de quase 5000 eleitores-delegados vindos de todo o país. Estive na África do Sul no início de Novembro e deu para perceber pelos jornais e pelos colegas missionários que a eleição da liderança do ANC prometia luta até ao fim, sem um vencedor claro. Explicaram-me que a vitória de Dlamini-Zuma seria um seguro de vida para o presidente ex-marido a contas com inúmeros processos por corrupção. Se Ramaphosa ganhasse, Jacob Zuma seria o grande perdedor, pois ficava à mercê de novas investigações judiciais. O presidente já sobreviveu a oito moções parlamentares...

Sudão do Sul: ORAÇÃO E JEJUM

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Líderes religiosos propõem que as negociações de paz entre as diversas fações beligerantes no Sudão do Sul sejam acompanhas por orações e jejum. A Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento (IGAD) está a facilitar uma nova ronda de negociações entre as partes em conflito no Sudão do Sul para reabilitar os acordos de 2015 e salvar a paz que teima em ganhar raízes no países mais jovem do mundo.. A guerra civil já leva quatro anos e, apesar de alguns acordos assinados pelas partes, o conflito continua a matar e a destruir o país. Recentemente, António Guterres, secretário-geral da ONU, lamentou que nunca viu «uma elite política com tão pouco interesse no bem-estar do seu povo» como a do Sudão do Sul. O Conselho das Igrejas do Sudão do Sul proclamou um dia de oração e jejum para o sábado, 10 de fevereiro sob o tema «O meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar e procurar a minha face para orar e renunciar à sua má conduta, hei de escutá-lo desde o céu, perdoare...