É TÃO BOM VOLTAR A CASA
Tive de ir a Portugal a meados de julho, nove meses depois de ter chegado à Etiópia. Normalmente vamos de férias por três meses cada três anos. Quando vim, no fim de Outubro de 2021, o meu passaporte tinha quase 11 meses de validade: ainda não era renovável. A embaixada em Adis Abeba informou-me que, não tendo serviço consular, não renovava passaportes. Podia fazê-lo noutro país africano ou em Portugal. Decidi ir a casa para estar com os meus pais e com a minha família e para celebrarmos juntos o primeiro aniversário da morte da minha irmã Celeste. E estar com a comunidade cristã de Cinfães, que me viu nascer, introduziu à fé e em nome de quem também sou missionário. Passei uma semana em Fátima em retiro anual para renovar o meu compromisso com a missão e participar na peregrinação nacional da família comboniana, ocasião para abraçar colegas, benfeitores e amigos. Também tive a graça de participar no último adeus ao P. José de Sousa. Foi o maior animador missionário dos combonianos e...