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A mostrar mensagens de novembro, 2014

POLÍCIA MEXICANA ENCONTRA CORPO DE PADRE UGANDÊS

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A polícia mexicana encontrou os restos mortais de um missionário ugandês desaparecido há mais de seis meses em Guerrero, no sudoeste do país. Os restos mortais do padre John Ssenyondo foram encontrados numa vala comum com mais uma dúzia de corpos. O padre foi identificado pelo registo dentário, disse o P. Victor Aguilar, vigário-geral da diocese de Chilpancingo-Chilapa, no estado de Guerrero. O P. Ssenyondo foi sequestrado por desconhecidos a 30 de Abril depois de celebrar a missa em Santa Cruz, numa comunidade indígena que paroquiava há três anos. O P. Aguilar disse que desconhecia o motivo do sequestro. «A violência no estado é generalizada», explicou. Fonte anónima disse que o pároco tinha recusado o baptismo ao filho de um casal em união de facto que fazia parte do crime organizado. A casa do sacerdote ugandês tinha sido assaltada antes e noutra ocasião levaram-lhe o veículo e os haveres pessoais. O P. Ssenyondo trabalhava no México há cinco anos. Tinha 55 a...

ABRAÇO DE DEUS

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© JVieira «CHAMADOS A LEVAR A TODOS O ABRAÇO DE DEUS» Nota Pastoral da CEP sobre o Ano da Vida Consagrada 1. Anúncio feliz do Ano da Vida Consagrada No final de um encontro com os Superiores Gerais dos Institutos Religiosos no dia 29 de novembro de 2013 em Roma, o Papa Francisco anunciou que o ano de 2015 seria dedicado à Vida Consagrada. Esta proposta para toda a Igreja insere-se também no contexto da celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II, designadamente por ocasião do cinquentenário do Decreto « Perfectae Caritatis » sobre a conveniente renovação da Vida Religiosa. Dois meses mais tarde, a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica (CIVCSVA), traçou os principais objetivos e algumas iniciativas já previstas para celebrarmos com qualidade o Ano da Vida Consagrada. «Fazer memória agradecida do passado» é o primeiro objetivo desta celebração. Os 50 anos que separam do Concílio são momento de graça para a Vida Consagrada, que p...

CIMETERIUM NOSTRUM

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Os Romanos chamavam mare nostrum – o nosso mar – ao Mediterrâneo. A bacia mediterrânica tornou-se o cimeterium nostrum – o nosso cemitério – para milhares de africanos e médio-orientais que morreram na rota do sonho europeu. A Organização Internacional para as Migrações (OIM) publicou em finais de Setembro o relatório «Viagens fatais – Rastreando vidas perdidas durante as migrações».  O documento revela que entre Janeiro e Setembro deste ano 3072 pessoas morreram no Mediterrâneo, quase cinco vezes mais que em 2013. Vinham das costas da Líbia, Egipto e Argélia, em embarcações sobrelotadas e inadequadas. Mais de 40 por cento eram africanos subsarianos e do Corno de África (Somália, Etiópia, Jibuti e Eritreia). Outros 30 por cento eram do Médio Oriente, sobretudo da Síria, e do Norte de África. The Migrantes Files documentou que, nos últimos catorze anos, mais de 22 mil pessoas encontraram a morte ao tentar chegar ilegalmente à Europa através dos desertos e do mar. Entre...