6 de julho de 2026

SUDÃO: COMBONI COLLEGE REABRE EM CARTUM


Quando a guerra eclodiu em Cartum, no sábado, 15 de abril de 2023, o Comboni College era uma próspera comunidade educativa. Nessa altura, 1.055 alunos estavam matriculados na Escola Básica, 827 estudantes frequentavam a Escola Secundária e 786 estudavam no Comboni College de Ciência e Tecnologia.

Em poucas horas, a vida desta comunidade educativa foi completamente transtornada. Estudantes, as suas famílias, professores e a comunidade comboniana foram forçados a fugir da capital em busca de segurança, enquanto os ferozes combates entre as Forças Armadas Sudanesas (SAF) e as Forças de Apoio Rápido (RSF) devastavam a cidade, destruindo não só edifícios e infraestruturas, mas também as esperanças e os sonhos de milhares de pessoas.

Cartum permaneceu sob o controlo das RSF até março de 2025, quando o exercito recuperou a capital, abrindo caminho para o regresso gradual dos residentes e para o longo processo de reconstrução.

Quando finalmente pudemos regressar ao Comboni College, a cena que se nos deparou era desoladora. Todos os cabos elétricos do edifício educativo haviam sido arrancados. O sistema de água, destruído. Computadores, aparelhos de ar condicionado e equipamento digital, saqueados. As paredes estavam marcadas por centenas de buracos de balas e tiros de artilharia. No pátio, onde gerações de crianças outrora brincaram, riram e sonharam, jaziam os corpos dos combatentes das RSF mortos durante a batalha pela área.

No entanto, em meio a tanta devastação, os Missionários Combonianos também perceberam quão afortunados haviam sido. Ao contrário de muitos edifícios vizinhos que tinham sido reduzidos a escombros, incendiados ou gravemente danificados, as estruturas principais do Comboni College continuavam de pé. Tinham sobrevivido à guerra para se tornarem a base para um novo começo.

No sábado, 4 de julho de 2026, o Comboni College de Cartum anunciou que a Escola Básica e a Escola Secundária reabrirão em setembro para o ano letivo de 2026-2027, acolhendo novamente os estudantes após mais de três anos de encerramento forçado.

O Comboni College de Ciência e Tecnologia, que tinha transferido as suas operações para Porto Sudão desde novembro de 2023, continua a procurar financiamento para reabilitar as suas instalações em Cartum. Espera retomar as atividades académicas em 2027.

A reabertura do Comboni College em Cartum — uma instituição que tem formado gerações de estudantes sudaneses e sul-sudaneses desde a sua fundação em 1929 — é muito mais do que a reabertura de uma escola. É um sinal tangível de esperança para os quase seis milhões de habitantes do Estado de Cartum, enquanto se esforçam por reconstruir a sua cidade, as suas comunidades e o seu futuro.

P. Jorge Naranjo
Missionário Comboniano

 

5 de julho de 2026

CATADORAS DA NOITE


Fotos Judy McCallum

Há uns trinta anos, as hienas costumavam atravessar à noite o terreno da missão de Qillenso. Hoje, com a vedação e a desflorestação, deixaram de aparecer. Mas continuo a não gostar delas. São malfeitas, cabeçudas, com os membros da frente mais compridos que os de trás, de cores sujas, donas de um uivo qual risada sinistra, vivendo da noite e de animais mortos. Porém, também são úteis. 

Em Harar, a cidade mais islâmica da Etiópia no Leste do país e a quarta cidade santa do Islão — que dizem albergar 99 mesquitas dentro das suas velhas muralhas em honra dos 99 nomes de Alá — a hiena-malhada, o tipo maior e mais comum da família das hienas, vive uma relação pacífica de meio milénio com os moradores que abriram pequenas passagens para de noite os animais poderem entrar e limpar as ruas dos lixos descartados durante o dia. Mais, as pessoas acreditam que as hienas também consomem os jinn, os espíritos malévolos na tradição islâmica, limpando o ar da cidade. 

Contudo, são os famosos homens-hiena quem transformou uma tradição antiga em atração turística. No passado, os moradores de Harar alimentavam as hienas com restos de carne para as afastar dos rebanhos. Além da dieta de animais mortos, estes carnívoros são ótimos predadores. Hoje, quando a noite cai, as bestas aparecem para comerem pedaços de carne espetados num pauzito que alguns homens seguram com os próprios dentes. Alguns turistas, mais afoitos, também pegam nos espetos de carne com a mão ou com a boca — para a foto e para o vídeo. E pagam… 

Recentemente a CNN americana publicou uma reportagem interessante sobre as hienas-malhadas na Etiópia e os benefícios do seu trabalho noturno catando materiais orgânicos nas ruas e lixeiras, um contributo importante para a saúde pública. 

O Dr. Gidey Yirga, que estuda as hienas de Mekelle, a capital do Estado regional do Tigré, há mais de quinze anos, calcula que, juntamente com abutres e cães vadios, elas processam mais de cinco mil toneladas de resíduos orgânicos por ano, representando uma poupança anual de quase 90 mil euros da parte dos serviços municipais. Cerca de 90 por cento desse trabalho de «reciclagem» cabe às hienas-malhadas. 

O investigador explicou que as pessoas veem com bons olhos a presença destes carnívoros na cidade e arredores, embora durante o tempo da guerra entre 2020 e 2022 fossem forçados a atacar rebanhos para sobreviver. 

As hienas-malhadas (as mais numerosas das três espécies destes mamíferos) vivem exclusivamente na África. Formam grandes clãs que podem ter de 80 a 100 elementos, lideradas por uma fêmea. As fêmeas — que medem até um metro e 70 e pesam entre 70 e 90 quilos — são maiores e mais poderosas que os machos. Os grupos mais numerosos encontram-se sobretudo nos parques de Serengeti (na Tanzânia) e Kruger (na África do Sul), mas são presença comum na savana africana. A pressão urbana e o desmatamento, aliados ao envenenamento e à caça por causa dos ataques ao gado, reduziram-nas para entre 27 e 47 mil animais.

4 de julho de 2026

CRIANÇAS BEDUÍNAS DA JUDEIA GOZAM CAMPO DE FÉRIAS


As atividades dos acampamentos de verão nas aldeias beduínas palestinianas começam às oito da manhã. No entanto, hoje, o último dia, as primeiras crianças já lá estavam às 6h45, sentadas na esplanada preparada para a ocasião, sob uma rede sustentada por varas de madeira que fazem um pouco de sombra contra o sol escaldante do deserto da Judeia.

Mal podiam esperar.

Com os olhos cheios de alegria, disseram-nos:

— Hoje vamos ficar aqui o dia todo. Não queremos voltar para casa, porque sabemos que, quando regressarmos, esta experiência tão bonita acabou.

Nessas poucas palavras está resumido o verdadeiro sentido de tudo o que vivemos.

Aqui, a felicidade nasce das coisas mais simples: uma bola, um jogo, uma canção, um sorriso, um abraço. Mas, acima de tudo, nasce da certeza — talvez pouco frequente nas suas vidas — de se sentirem acolhidos, ouvidos e amados.

Na aldeia de Dawar Jaba, muitas crianças, especialmente os rapazes, não frequentam a escola. Outras estão matriculadas, mas as aulas são irregulares e, frequentemente, ministradas apenas online. 

No entanto, as famílias não têm um telemóvel para cada filho. Muitas mães cuidam de seis ou mais crianças e acompanhar as aulas de cada uma torna-se quase impossível.

O nosso acampamento decorre com o barulho das escavadoras nunca param como banda sonora. À nossa volta, continuam a ser construídas novas estradas destinadas aos colonos. Num único dia, chegámos a contar mais de trinta escavadoras a trabalhar na mesma área.

Esta aldeia vive sob pressão constante. As incursões dos colonos são frequentes, o medo acompanha o quotidiano e várias famílias perderam as casas. No entanto, não perderam a esperança. Continuam a viver, a lutar e a acreditar no futuro. 

Também o projeto de bordados para as mulheres continua a ser um pequeno sinal de dignidade, de trabalho e de esperança.

Entre as crianças, há uma cuja casa, construída com blocos de cimento após anos de sacrifício, foi demolida ao amanhecer há uns dias. Aos pais deram apenas cinco minutos para tirar tudo o que pudessem.

E, no entanto, essa criança sorri. Brinca. Corre. E continua a sonhar.

Este ano, três professoras não foram suficientes para animar os acampamentos de verão: no primeiro dia do campo de férias chegaram 110 crianças.

Hoje, o último, é um dia de festa. Cada participante receberá um pequeno presente para levar para casa. Mas o maior deles não cabe numa mochila: permanecerá para sempre no seu coração.

Todas as manhãs repetíamos juntos:

— Sou especial. Faço a diferença. Não estou sozinho. Tenho amigos que me querem. Posso semear a paz.

Palavras simples, mas capazes de criar raízes profundas no coração de uma criança que cresce rodeada de medo, violência e incerteza.

É isso que vocês possibilitam com o vosso apoio e com as vossas orações. Este ano, serão 12 os acampamentos de verão em diferentes aldeias beduínas no deserto da Terra Santa. Ajudam estas crianças a acreditar que a sua vida tem um valor imenso e que o futuro pode ser diferente.

Quando hoje chegou a hora de nos despedirmos, olharam para nós e disseram-nos com uma simplicidade que nos comoveu profundamente:

— Quem me dera que este acampamento pudesse durar pelo menos um mês!

Não podiam ter-nos oferecido um presente maior.

Porque essas palavras dizem-nos que, mesmo em apenas quatro dias, semeámos algo que nenhuma escavadora poderá jamais destruir: a esperança no coração de uma criança.

Ir Cecília Sierra

Missionária Comboniana no Deserto da Judeia

2 de julho de 2026

COMBONIANOS SOLIDÁRIOS COM VÍTIMAS DOS TERRAMOTOS NA VENEZUELA

[Foto Caritas Venezuela]

O Conselho Geral dos Missionários Combonianos manifesta a sua proximidade e solidariedade concreta e promove uma campanha de recolha de fundos a nível do Instituto, como sinal de comunhão fraterna para com as pessoas afetadas pelos recentes terramotos na Venezuela

Caríssimos Provinciais e Delegados
 Cumprimentos cordiais desde Roma.

O povo venezuelano está a atravessar um período de particular sofrimento. Às dificuldades sociais e económicas que há anos marcam a vida do país juntaram-se as dramáticas consequências do recente terramoto, que provocou numerosas vítimas, destruição e uma necessidade crescente de ajuda.

Como Conselho Geral, desejamos expressar a nossa proximidade, a nossa oração e a nossa solidariedade concreta às pessoas afetadas por esta tragédia.

Por este motivo, promovemos uma campanha de solidariedade a nível do Instituto, como sinal de comunhão fraterna e de partilha com todos aqueles que estão a viver esta provação. Sabemos bem que cada Circunscrição enfrenta os seus próprios desafios e lidam com necessidades e dificuldades diferentes; mas estamos convictos de que mesmo uma pequena contribuição, oferecida com generosidade e espírito de comunhão, pode tornar-se um sinal significativo de proximidade e de esperança para as populações afetadas.

As Circunscrições que desejarem aderir à iniciativa poderão fazê-lo através da Economia Geral, comunicando o montante que desejam que seja debitado. As ofertas recolhidas serão destinadas a apoiar as necessidades mais urgentes das comunidades afetadas.

Agradecemos desde já a todas as Províncias e Delegações que desejarem unir-se a este gesto de fraternidade. Confiamos o povo venezuelano ao Senhor e à intercessão da Virgem Maria, para que conceda conforto a quem sofre, esperança a quem está em provação e força a todos aqueles que estão empenhados na obra de socorro e reconstrução.

Fraternalmente,
O Conselho Geral

comboni.org

1 de julho de 2026

SEGUIR O OURO, DESARMAR A GUERRA NO SUDÃO

O comércio ilegal de ouro é um dos fatores que alimentam a guerra civil que assola o Sudão há quatro anos. Trazer à luz este comércio, tanto legal como ilegal, será uma estratégia para revelar as responsabilidades internacionais que alimentam o conflito e exigir a eliminação destas causas da guerra.

O conflito no Sudão, que teve início em abril de 2023 entre as Forças Armadas do Sudão (SAF) e as Forças de Apoio Rápido (RSF), provocou uma das mais graves crises humanitárias do mundo. Estima-se que dezenas de milhares de pessoas tenham sido mortas, que mais de 14 milhões tenham sido forçadas a abandonar as suas casas e que mais de metade da população necessite hoje de assistência humanitária.

A apropriação do ouro é uma das razões que levou à eclosão da guerra civil. Graças ao seu elevado valor, à facilidade de transporte e à possibilidade de comércio informal, o ouro tornou-se um instrumento essencial para financiar as operações militares e consolidar o poder dos diversos atores envolvidos no conflito. De acordo com uma estimativa do Painel de Peritos das Nações Unidas sobre o Sudão, em 2024, as áreas controladas pelas RSF teriam produzido cerca de 10 toneladas de ouro, num valor de cerca de 860 milhões de dólares.

Neste cenário, os Emirados Árabes Unidos (EAU) desempenham um papel particularmente estratégico. Vários relatórios documentaram as ligações económicas desenvolvidas ao longo dos anos entre a liderança das RSF e os canais comerciais que conduzem aos Emirados. As SAF tentaram reduzir a dependência dos Emirados — acusados de apoiar as RSF —, orientando as suas exportações para o Egito, embora uma parte significativa deste ouro acabe, de qualquer forma, nos EAU.

Há quase dois anos que cerca de vinte associações da sociedade civil italiana e sudanesa [ACLI, Amnistia Internacional Itália, ANPI, AOI, ARCI, Baobab Experience, Caritas Italiana, Comité Internacional para a Paz no Sudão, Comunidade de Sant’Egidio, Comunidade Sudanesa em Itália, Economia Desarmada – Movimento dos Focolares Itália, Emergency, FOCSIV, Fundação Nigrizia, Médicos Sem Fronteiras, Missionários Combonianos na Itália, Rede Italiana para a Paz e o Desarmamento, Un Ponte Per, CIPAX] têm vindo a tentar sensibilizar a opinião pública para a grave crise humanitária no Sudão. Segundo estas organizações, lançar luz sobre o comércio legal e ilegal de ouro pode ser uma estratégia para revelar as responsabilidades internacionais que alimentam o conflito e exigir a eliminação destas causas da guerra.

Com este objetivo, realizou-se em Roma, na Casa Geral dos Missionários Combonianos, o seminário «Seguir o ouro, desarmar a guerra», com o intuito de reunir as principais informações sobre o comércio e o tráfico de ouro proveniente do Sudão e exercer pressão para uma legislação europeia mais rigorosa sobre o mercado do ouro, no contexto do Regulamento Europeu sobre Minerais de Conflito (2017).

A organização de cooperação SwissAid destacou a discrepância entre as declarações de exportação de ouro do Sudão e as de importação nos EAU, o que revela o enorme volume de contrabando. Estima-se que entre 50 e 70 por cento da produção nacional escape anualmente aos canais oficiais. Outro grande desafio é a rastreabilidade do ouro adquirido na Suíça, na Itália ou na União Europeia. Em 2025, a Itália importou 178 toneladas de ouro, no valor de 11,7 mil milhões de dólares.

O centro de investigação The Sentry insistiu na necessidade de reforçar a governação global do comércio de ouro, através de regras comuns para os principais centros de comércio e refinação e de uma maior transparência nos dados relativos à produção e ao comércio. É necessário criar mecanismos internacionais partilhados, seguindo o modelo já existente noutros setores, como o petróleo ou os diamantes. Além disso, o The Sentry denuncia as estratégias de «sports washing», através das quais os Emirados reforçam a sua imagem internacional por meio de investimentos em equipas e competições desportivas: «Há sangue na bola» é o nome da campanha que lançaram.

As organizações auto-organizadas concluíram o seminário com três eixos principais de ação:

  • Exercer influência política nas decisões e regulamentos da União Europeia: pretende-se, sobretudo, participar de forma crítica na segunda sessão de avaliação do Regulamento Europeu sobre Minerais de Conflito, destacando o risco ético da importação de ouro proveniente do mercado dos Emirados Árabes Unidos;

  • Chamar a atenção da opinião pública para a contradição da extração e do comércio de tanto ouro, cuja necessidade real é muito relativa e cujos impactos socioambientais são desastrosos;

  • Abrir novas vias de diálogo com o governo italiano sobre a urgência de medidas de paz no Sudão e de não colaboração militar com os países que alimentam a guerra neste país. Paradoxalmente, apesar de dois anos de denúncias por parte da sociedade civil, no início de junho o Senado aprovou o tratado de venda de armas da Itália aos EAU.

Após mais de três anos de conflito violento no Sudão, num contexto de cerco a El Obeid, Kadugli e Dilling — cidades sitiadas e à beira da fome —, as associações reunidas na sede dos Missionários Combonianos constituem um pequeno sinal de resistência e esperança ao lado da maltratada sociedade civil sudanesa, o povo a quem São Daniele Comboni quis dedicar a sua vida e a sua missão.

Padre Dario Bossi, missionário comboniano

29 de junho de 2026

DESTA PARTIU


Quando nasceste puseram-te o nome Desta, Felicidade em amárico. Um nome que te assentava como uma luva fina.

Conheci-te em novembro de 2021. Participavas na missa com os utentes da casa de acolhimento das Missionárias da Caridade, as freiras de Santa Teresa de Calcutá, em Adola, cada sábado ao cair da tarde, numa cadeira de rodas. E vestindo um enorme sorriso!

A doença foi enfraquecendo o teu corpo e acamaste. Levava-te a comunhão no fim da missa. A ti e à tua vizinha de enfermaria. Recebias sempre o Senhor com o teu sorriso rasgado. E uma fé enorme, expressa no modo como como rezavas.

Quando regressei de Portugal, em fevereiro passado, encontrei-te muito pior. Já não mexias os braços, estavas pele e osso. Cada vez mais magra, cada vez mais enfraquecida.

Mas o teu sorriso era cada vez mais lindo. Radiante. 

A notícia do teu falecimento não me surpreendeu. Surpresa foi a grande luta que mantiveste com essa doença prolongada sem perderes o sorriso. Sem deixares de ser Desta. Ou Déssita, como os outros utentes te chamavam. Felicidade!

Fiquei feliz por te terem sepultado em Gosa, junto ao teu pai, no fundo do terreno da antiga missão, onde o teu descanso não deve ser perturbado segundo a tradição guji.

Querida Desta, depois de um Calvário tão longo, de um Purgatório tão extenso, tenho a certeza de que descansas no Paraíso, a Casa da Felicidade sem fim. No abraço terno e eterno de Deus.

Obrigado pelo teu sorriso lindo, pela tua fé inquebrantável, pela coragem com que enfrentaste a doença.

Reza por nós, pelas missionárias e utentes de Adola, pelos cristãos de Gosa. Que a tua fé forte e o teu martírio lento se tornem semente de novos cristãos.

A Deus, Desta!

SUDÃO: COMBONI COLLEGE REABRE EM CARTUM

Quando a guerra eclodiu em Cartum, no sábado, 15 de abril de 2023, o Comboni College era uma próspera comunidade educativa. Nessa altura, 1....