Em Fevereiro, havia 245 organizações humanitárias registadas a operar no Sul do Sudão: agências da ONU, organizações nacionais não governamentais, organizações internacionais não governamentais, organizações de base comunitária, organizações internacionais, organizações religiosas, Cruz Vermelha/Crescente Vermelho e outras.
Cobrem todo o tipo de áreas: educação, saúde, infância, crianças-soldados, terceira idade, desminagem, alimentação, gripe das aves, veterinária, meio ambiente, segurança, paz e reconciliação…
Em geral empregam gente muito jovem, entusiasta e generosa, mas com pouca experiência profissional; e pessoas de idade que fazem da ajuda ou cooperação internacional um modo de (bem) ganhar a vida e extremamente (pre)ocupadas com o progresso na carreira.
Ajudam as populações desfavorecidas, preparam alguns quadros, recuperam infra-estruturas, fornecem consultadoria. Ganham muito bem e em dólares. Também pagam bem, inflacionam a economia local e criam um mercado artificial.
Tendem a viver apartados da realidade social local. São altamente móveis, usam meios de comunicação sofisticados e quando «cheiram» algum problema, são os primeiros a partir para lugar seguro.
Um colega chama-lhes os maus samaritanos.
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