22 de setembro de 2021
OUTONO
Os dias minguam
em noites longas, resfriadas
a pedir aconchego
de corpo e coração.
As folhagens pintam-se,
vaidosas,
de ocres, castanhos, rubros,
fogo de artifício
de fim de festa...
Restam os dióspiros, solitários,
fogo-de-Deus,
bolas de natal ao natural
a decorar árvores nuas.
O sol, esgotado dos fulgores estivais,
arrefece
pálida luz,
que acaria a pele
sem o ardor estiolado
do verão passado.
Outono,
o ícone colorido do ocaso
que vai ressuscitar
na erupção da Primavera
depois do hibernar invernal.
A vida decorre:
estação segue estação,
coração alimenta coração.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
O CRISTIANISMO CRESCE POR HOSPITALIDADE
A diocese de Bentiu, no Sudão do Sul, celebra o seu segundo aniversário. O bispo, D. Christian Carlasare, oferece uma reflexão sob a forma d...
-
– Eu também quero! – Ainda és muito pequena... Mas a menina beduína insistiu… tal como a vida insiste. E conseguiu. Observava as mulheres da...
-
Defino-me como missionário por vocação, padre por ordenação e jornalista por profissão. Servi como missionário 20 anos em Portugal, uma dúzi...
-
Parti no fim de maio para três meses de férias em Portugal. A fórmula é simples: um mês na pátria por cada ano na missão. Contudo, um proble...

Sem comentários:
Enviar um comentário