19 de novembro de 2016

Ir. ANTÓNIO SILVA: TRIBUTOS

Ir. ANTÓNIO FIGUEIREDO DA SILVA
Santa Eulália (Seia) 1-5-1936; Viseu 16-11-2016

P. Arlindo Pinto (Itália): Mais um comboniano e amigo a quem o Senhor da Vida decidiu chamar para a Felicidade eterna, na casa do Pai, a morada prometida para cada um dos filhos e filhas de Deus! Com algumas lágrimas, recordo tantos bons momentos passados juntos, sobretudo nas cidades moçambicanas de Maputo e Beira. Que Deus de misericórdia infinita o acolha no seu Amor eterno. O meu último abraço, nesta terra, querido irmão Silva.

P. José Manuel Brites (Brasil):
Rezemos pelo nosso amigo irmão Silva! Foi ele que me acolheu em Moçambique! Agradecer pelo jeito serviçal e alegre de viver! Que contemple a Glória do Pai.

Equipa coordenadora LMC: Em nome dos Leigos Missionários Combonianos, expressamos o nosso profundo pesar pelo falecimento do irmão Silva. Foi um privilégio para muitos de nós ter conhecido, trabalhado e privado com uma pessoa tão bela e dinâmica. Hoje a FC perde um exemplo de dedicação sem medida à Missão e ao seu Instituto. Ganha o céu, que hoje conta com mais uma alma, e que certamente rezará e velará por todos nós. O Senhor já o acolheu junto de Si e goza agora da sua morada eterna.

P. Claudino Gomes (Lisboa):
Exprimo à Província toda e à família de sangue do Ir. António Silva os meus sentimentos. O Irmão deu-se com alma e coração toda a sua vida. Foi uma doação sincera, revestida das características da sua personalidade (como acontece com cada um de nós). Oxalá eu possa ser fiel até ao fim, como ele.

Maria José Martins (LMC-Portugal): Foi uma honra conviver com o Irmão Silva. O céu está em festa para o receber. Obrigada pela pessoa maravilhosa com que nos habituámos a privar. Estamos todos de luto.

Ir. Lurdes Ramos (IMC-Viseu):
Os nossos sentidos pêsames pela partida para a casa do Pai do irmão António Silva de todas as Irmãs da Província Europa e em particular de Portugal. Com certeza que já está a gozar do imenso bem que fez como missionário, seja em Portugal que em Moçambique.

Flávio Soares (LMC-Portugal): Uma notícia que abanou o meu dia e ficará presente. Sinto-me agradecido pelo dom da sua vida, embora as nossas vidas se tenham cruzado pouco. A sua alegria é a prova de uma vida feliz e de amor ao outro. Mais uma estrelinha no céu.

P. José Arieira (RD do Congo): Quero unir-me à Província Portuguesa na oração pelo nosso querido Ir. Silva. Recordo os meus primeiros anos de sacerdote em que tive a alegria trabalhar com ele na animação missionária. O seu zelo missionário e paixão pela missão contagiou-me seja nos encontros de colaboradoras que fizemos juntos, seja nos dias missionários. Que o Senhor o acolha na sua misericórdia.

Mário Breda (LMC-Portugal): Foi uma surpresa que não esperava, apesar de o irmão Silva já se encontrar ultimamente debilitado. Mas aceitava a sua doença com serenidade e paz. Perdemos a sua presença sempre dedicada e o seu sorriso terno, que nos habituámos a ter nos encontros em Viseu. Continua presente nos nossos corações.

P. Bruno Brunelli (Itália): Tenho a certeza que este nosso irmão está a gozar plenamente a vida com Cristo porque deu um bom testemunho e espalhou alegria e verdadeira animação missionária por onde passou. Irmão António, intercede por nós. Obrigado.

P. Feliz Martins (Sudão): O Ir. António Silva foi-se e desapareceu deste mundo. Não foi ao acaso nem se perdeu da sua família nem dos amigos, nem de ninguém. Não se perdeu. Foi para casa, a casa do Pai, a sua casa. Mas sabemos quanto dolorosa é a partida e a separação para nós, sua família religiosa e, mais ainda, a sua família de sangue. Diante da nossa fraqueza e impotência, neste momento de dor, venha de Deus a grande consolação. A Ele peço e rezo na Santa Eucaristia pelo nosso Ir. A. Silva e por toda a sua querida família.

P. José Vieira (Lisboa): O Ir. Silva era conhecido pelo «corredor do Maputo» pela generosidade com que se dedicava ao serviço missionário. Damos graças a Deus pela sua vida, pele seu sorriso e pelo seu zelo missionário. Pedimos a misericórdia do Pai: que o acolha no abraço terno e eterno. Descansa em paz, Mano!

Neuza Francisco (LMC-Portugal):
Como foi bom a partilha da vida com o Irmão Silva. Sim, para mim um exemplo de dedicação de trabalho de ajuda de disponibilidade e amor para com o outro. Como são belos os Dons de Deus, e como Lhe estou grata por ter cruzado o seu caminho... Permanece no coração daqueles que com ele privaram. Juntos em oração...

Ir. Franca Venturi (IMC – Lisboa): Com as Irmãs da comunidade de Lisboa e de toda a nossa Zona de Portugal apresento os nossos sentimentos pelo falecimento do Ir. Silva que recordamos pela sua disponibilidade e dedicação missionária. Em comunhão de fé e oração pela alma do nosso Irmão.

P. António Carlos Ferreira (Filipinas): Os meus profundos sentimentos de dor pelo falecimento do Ir. António Silva. Estou unido à sua família de sangue e família espiritual comboniana em oração para que Deus console a todos, especialmente os que lhe eram mais próximos. Paz à sua alma. Descanse em paz.

P. Manuel dos Anjos (Moçambique): Que o Ir. António Silva descanse em Deus, e reze por nós todos, especialmente os velhotes, ele que foi escolhido como primogénito da Comunidade de Viseu.

Escolásticos Torres José Bonjesse e Mponda Joao Mponda (Peru):
Toca o nosso sentimento de tristeza quando lembramos o seu rosto físico e quando lembramos de tudo que fez por nós. Na comunidade da Beira estavam ele e P. Emílio. Os dois nos acompanharam na nossa caminhada vocacional desde inicio até ao pré-postulantado. O irmão António Silva era como mãe da casa nas catequeses e as viagens que fazíamos era com ele. Sempre disposto para trabalhar, com o rosto sempre entusiasmado. Irmão António Silva era uma pessoa organizada e responsável. Entretanto, queremos agradece-lhe por tudo quanto nos deu, sobretudo o seu afeto que tinha por nós e pelos valores que nos transmitiu. Agradecemos a Deus que lhe deu a vontade e a força de seguir a sua missão.

P. Luis Albuquerque (Moçambique): Estamos unidos a toda a província portuguesa pela morte do Ir. Silva. Por um lado, «a certeza da morte nos entristece, conforta-nos a promessa da imortalidade». Assim dizemos no prefácio da missa de defuntos. Perdemos uma pessoa na terra, mas ganhámos um intercessor no céu, porque apesar das nossas faltas e limites em corresponder à vontade de Deus, sabemos que a sua misericórdia é infinita.

Rufina Garcia (LMC-Portugal): «Os amigos não morrem: andam por aí, entram por nós dentro quando menos se espera e então tudo muda: desarrumam o passado, desarrumam o presente, instalam-se com um sorriso num canto nosso e é como se nunca tivessem partido. É como, não: nunca partiram» (António Lobo Antunes). E, porque o sorriso era uma constante, no Irmão Silva, agradeçamos ao Senhor a passagem deste querido Irmão pela vida de todos nós.

Ir. Aristides Holgado (Granada-Espanha): Ao final foi o Ir. Silva, não pensava eu que estava já para marchar. O vi em Viseu no último encontro que tivemos, mas embora fraquito não me pareceu assim para ir tão cedo aos braços do Pai. Que Deus o tenha na sua gloria. O conheci na Beira em janeiro de 1976. O meu mais sentido pêsame a toda a província portuguesa.

Ir. Alberto Lamana (Conselho geral-Roma): Ayer hemos recordado en la oración al Ir. António Figueiredo da Silva. Estamos cercanos a tu Provincia en el momento de recordar un Hermano que nos deja un bello testimonio de fidelidad y amor a la misión. Que el Señor lo acoja en su seno e interceda por nosotros.

Carolina Fiúza (LMC-Portugal): Ânimo. Haja ânimo pela vida deste nosso irmão que, certamente, está num lugar maior e melhor. Recordo-o com a sua voz e expressões sempre muito doces. Permanece entre nós. Um abraço forte a todos. Estamos juntos.

P. Jeremias Martins (Vigário Geral-Roma): Obrigado pela noticia triste da passagem do Irmão Silva. Foi um grande missionário. Muito zelo e dedicação, sempre pronto a socorrer a todos. Era conhecido como "o correio do Maputo" pelo trabalho que fazia para tantos institutos. Que descanse em paz. O Senhor lhe dará a recompensa de tantos trabalhos e também das grandes lutas que travava sempre que tinha de mudar de comunidade ou província. Rezo por ele e família e também por cada um de vós.